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terça-feira, 15 de setembro de 2009

Adeus Patrick

O ator Patrick Swayze morreu nesta segunda-feira (14), vítima de câncer de pâncreas. Com 57 anos o ex-galã lutava contra a doença desde fevereiro de 2008, fazendo regularmente sessões radicais de quimioterapia. Segundo sua assessora de imprensa, Annett Wolf, "Patrick morreu em paz, ao lado de sua família, depois de enfrentar os desafios dessa doença pelos últimos 20 meses". O ator passou seus últimos dias cercado de familiares em um rancho na Califórnia.

Mesmo com a doença diagnosticada e quase desenganado pelos médicos, Patrick não parou de trabalhar e gravou alguns episódios do drama The Beast, exibido pelo canal A&E. Filho da coreógrafa Patsy Swayse, o ator tinha a dança no DNA. O que muitos não sabem é ele fazia isso profissionalmente e chegou a ser primeiro bailarino da Companhia Elliot Feld, de Nova York.

Agora vamos ao sucesso. Patrick Swayze atingiu a fama depois de interpretar um professor de dança no filme Dirty Dancing. Contracenando com Jennifer Grey, Patrick desencadeou uma febre pela dança de salão nos Estados Unidos e fez disparar o coração de todas as adolescentes da época.

Mesmo com todo o brilho de Dirty Dancing, outro filme foi o responsável pela glória do ator. Estou falando de Ghost: Do Outro Lado da Vida. O sucesso de bilheteria tornou Patrick um dos atores mais requisitados de Hollywood fazendo dele o Homem Mais Sexy do Ano pela revista People. Em toda a carreira o ator participou de 39 filmes.

Como fã devo dizer que estou tristinha. Afinal, Patrick Swayze foi meu ídolo da sessão da tarde. Era incrível o ver passando pelas portas em Ghost. Eu morria de medo e ao mesmo tempo achava lindo o amor dos protagonistas. Agora Dirty Dancing é outra história. Esse filme faz parte de quem eu sou. Toda vez que eu vejo (sim, porque eu tenho o DVD e assisto com certa freqüência) me dá uma vontade louca de sair dançando pelo quarto e ter um namorado bailarino pra me resgatar da minha vida de pobre garota rica. Só posso dizer que “…I've had the time of my life, no I never felt like this before. Yes I swear it's the truth. And I owe it all to you…” Valeu Patrick!


quarta-feira, 26 de agosto de 2009

Quero meu Cavalo de Fogo!

Não há dúvidas que Hollywood se rendeu aos brinquedos e desenhos dos anos 80. Transformers, o filme, se tornou uma total surpresa. Como foi legal ver Autobots e Decepticons lutando pelo planeta. Os efeitos especiais ficaram incríveis e a trilha sonora é perfeita, mas será que alguém se deu conta que são carros alienígenas? Isso é engraçado demais e ainda sim sensacional.

Speed Racer foi outro sucesso dos anos 80 que migrou pras telas de cinema. Numa versão psicodélica, o desenho ficou muito mais nonsense, se é que era possível. G.I. Joe é outro clássico que acabou de estrear nas telonas e arrecadou, no primeiro fim de semana, mais de 100 milhões de dólares. O próximo revival vai ser um dos desenhos mais legais da década perdida: os incríveis Thundercats. Ver o Moon-Ha de um jeito mais realista vai ser no mínimo interessante e pra mim certamente assustador.

Mas calma aí. Será que só os desenhos “de menino” merecem um vale a pena ver de novo? Cadê os Ursinhos Carinhosos, Moranguinho, Smurfs e Cavalo de Fogo? Fazer festa com um monte de coisas explodindo, carrinhos legais e monstros é fácil. Quero ver alguém fazer um ótimo filme do Meu Querido Poney. Pronto falei!

segunda-feira, 24 de agosto de 2009

Porque NY?

Será que alguém pode me dizer o que Hollywood tem contra Nova Iorque? É impressionante, mas toda vez que o mundo vai acabar (pelo menos no cinema) a big Apple é a primeira a ser atingida. Adoram destruir a Estátua da Liberdade, o Empire State até as Torres Gêmeas, se bem que essas já deram um jeito de tornar realidade, com roteiro de cinema e tudo mais.

Pra uma apaixonada por NY como eu, é muito triste ver o caos na cidade em todos os filmes de ação que eu assisto. E não é só no cinema não, os seriados também adoram tumultuar. Pode ser atentado terrorista, invasão extraterrestre, bomba atômica, mudança climática, vírus de todos os tipos, enfim, a ficção não se cansa de testar a resistência dos yankees.


Apesar de implorar por alguma mudança, toda essa insistência me faz pensar numa coisa: se os roteiristas tiverem um que de Nostradamus é melhor que seja por lá não é mesmo? Eu nem gostava tanto de Nova Iorque assim...
 
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